A medicina integrativa

A medicina integrativa surgiu nos Estados Unidos entre as décadas de 70 e 80. Trata-se de uma abordagem médica que busca cuidar dos pacientes de forma integrada e holística, ou seja, levando em consideração seu corpo, mente e espírito.

Esta abordagem é o resultado da integração da medicina tradicional com terapias complementares, pois o processo de cura não depende apenas de medicamentos e tratamentos, mas de uma reação do organismo estimulada pelo emprego da combinação mais adequada de diversas terapias, que atendam às necessidades do paciente, contando também com a situação emocional, espiritual, profissional e familiar em que ele se encontra.

A medicina integrativa busca levar a melhor solução de reequilíbrio, prevenção e cura para as pessoas, valoriza a relação entre o paciente e o médico, faz o paciente participar mais dos cuidados com a própria saúde (autocuidado, veja um artigo sobre isso, clique aqui) e a ter uma compreensão mais profunda de si mesmo, fazendo assim com que desenvolva seu potencial para realizar mudanças que impactem na qualidade de vida.

O nosso organismo tem uma grande capacidade de regeneração e recuperação, portanto, este é um ponto de grande foco da medicina integrativa: estimular e educar o paciente a participar efetivamente do seu processo de reequilíbrio e cura.

Essa prática existe no Brasil, em hospitais como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein, em São Paulo, por exemplo, mas também está presente em algumas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), que já disponibilizam terapias complementares como fitoterapia, acupuntura e homeopatia, entre outras, e tem sido cada vez mais difundida e colocada em prática por hospitais, universidades, clínicas, médicos e centros de saúde em todo o mundo.